1 de novembro de 2011

Títulos Free Espíritas - Biblioteca Virtual


É só baixar e ler, clicando nos links abaixo:
(utilize a barra de rolagem do lado direito)
" O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes." (Cora Coralina)




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Copos que Andam- Vera Lúcia M.de Carvalho

Celeiro de Bençãos- Divaldo Pereira Franco

Cascata de Luz- Luiz Sérgio

50 Anos Depois- Emmanuel
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Conduta Espírita- André Luiz
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Cirurgia Moral- João Nunes Maia
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De Volta ao Passado- Célia Xavier Camargo

Dramas Da Obsessão- Ivonne A.Pereira

Diálogo Com as Sombras- Herminio C.Miranda

Depois da Morte- Léon Dénis

Deixe-me Viver- Luiz Sérgio

Deficiente Mental, Porque Fui Um?- Vera Lúcia M.de Carvalho

Desobsessão- André Luiz

Diretrizes de Segurança- Divaldo P.Franco e Raul Teixeira
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Deus Na Natureza- Camille Flamarion

Espírito e Vida- Divaldo Pereira Franco (Joana de Ângelis)


E A Vida Continua- André Luiz

E O Sol Voltou a Brilhar- Luiz Ariston S.Sales


Entre a Terra e o Céu- André Luiz

Faz-se a Luz- Maria Dolores Figueras
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Florações Evangélicas- Divaldo Pereira Franco (joana de Angelis)

Fonte Viva- Emmanuel
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Grilhões Partidos- Divaldo Pereira Franco


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Jovens Espíritas- Wladimir Olivier

Juventude No Além- Lizeth M.Stanofer

Livro dos Médiuns- Allan Kardec

Livro dos Espíritos- Allan Kardec
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Laços Eternos- Zíbia Gasparetto

Libertação- André Luiz

Memórias de Um Suicida- Ivonne A.Pereira
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Nossos Filhos São Espíritos- Herminio C.Miranda

Não Pise Na Bola- Richard Simonetti

No Invizível- Léon Dénis
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Nosso Lar- André Luiz

Na Próxima Dimensão- Carlos Alberto Bacelli

Ninguém é de Ninguém- Zibia Gasparetto

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No Mundo Maior- André Luiz

Nos Bastidores da Obsessão- Divaldo Pereira Franco

O Evangelho da Meninada- Eliseu Rigonatti

Os Mensageiros- André Luiz

O Mundo que Encontrei- Luiz Sérgio
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O Reino- J.Herculano Pires

O Sermão da Montanha- Humberto Rodhen

O Dificil Caminho das Drogas- Vera Lúcia M.de Carvalho


O Que é o Espiritismo- Allan Kardec
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Obsessão e Desobsessão- Suely Caldas Shubert

Os Exilados de Capela- Edgard Armond-
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O Consolador- Emmanuel
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O Centro Espírita- J.Herculano Pires
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O Céu e o Inferno- Allan Kardec
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Obsessão- Emmanuel
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Passes e Irradiações- Edgard Armond

Parnaso de Além túmulo- Francisco Cândido Xavier


Quando a Vida Escolhe- Zíbia Gasparetto

Recordações da Mediunidade- Ivonne A.Pereira

Refletindo sobre a Obsessão- Indoval Moreli Heiderick
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Reencarnação- Adenauer Novaes


Renúncia- Emmanuel


Senzala- Salvador Gentile
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Sexo e Destino- André Luiz

Sinal Verde- André Luiz

Seara dos Médiuns- Emmanuel

Sempre Há Uma Chance- Lucimara Breve

Tambores de Angola- Robson P.Santos

Tormentos da Obsessão- Divaldo Pereira Franco

Um Destino Seguindo Cristo- Manuel Philomeno de Miranda
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Violetas Na Janela- Vera Lúcia M.de Carvalho

Vivência Mediúnica- Manuel Philomeno de Miranda
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Vinhas de Luz- Emmanuel
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Vida e Sexo- Emmanuel
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Voltei- Irmão Jacob

Vivendo No Mundo dos Espíritos- Vera Lúcia M.de Carvalho


30 de outubro de 2011

Cada um com suas prioridades...


INÍCIO...

Como andam as suas prioridades?

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Frasco de Maionese e Café
.
Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco
de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes:
como, por exemplo, a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas que importam como por exemplo: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,
as pequenas coisas.
'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.
O mesmo Acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

(Recebi por e-mail e desconheço autoria)

INÍCIO...
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29 de outubro de 2011

Vivendo o Presente - Deepak Chopra


Você já ouviu falar que preocupação envelhece? Há muita verdade nessa afirmação. Todos já viram alguém "envelhecer da noite para o dia" ao passar por uma crise financeira ou emocional.

O que é exatamente esse padrão de pensamentos a que chamamos preocupação e que parece ter o poder de envenenar nossa existência?

É possível até mesmo afirmar que a preocupação causa o envelhecimento, pois ela acelera o tempo.

A preocupação é obviamente um hábito. O hábito de se atormentar por coisas que já passaram ou pelas que ainda podem acontecer.

Ela não tem nada a ver com o presente. Analisemos primeiro o passado. Ainda não se conhece nenhum meio de mudar o que passou. O passado é irrevogável; o tempo anula todas as possibilidades de torná-lo diferente.

Viver em meio aos enganos e mágoas do passado é totalmente improdutivo. Além do mais, esse tipo de atitude é nocivo, pois libera no organismo substâncias tóxicas que aumentam a pressão arterial e sobrecarregam o coração.

A melhor postura é reconhecer os erros passados, aprender com eles e deixá-los ficar em seu devido lugar, no passado.

Para dedicar toda a atenção ao presente é preciso a percepção sadia de que o passado se foi para sempre.

A preocupação é a recusa psicológica de aceitar esse fato. E o que a torna parte aparentemente inevitável da vida é o fato de os erros, as mágoas, os ressentimentos e as injustiças deixarem na mente vestígios que afetam o organismo através da conexão psicofisiológica.

Há um segundo tipo de preocupação que se ocupa de tentar evitar a dor pelo controle do futuro.

Um de meus colegas me deu um bom exemplo desse modo de agir. Ele tratou uma paciente durante vinte anos, e, nesse período, ela o visitava duas vezes por ano para fazer exames físicos completos.

Sempre que aparecia, demonstrava grande preocupação com a possibilidade de ter um câncer. Embora não tivesse nenhum sintoma da doença, ela inventava uma série de queixas que obrigava o médico a pedir uma bateria de exames apenas para assegurá-la de que não tinha câncer.

Essa cena se repetia ano após ano. A cada consulta o médico fazia o que podia para convencê-la de que estava livre da doença, e todas as vezes ela perguntava: "Tem certeza?"

Certa vez, porém, depois de analisar o resultado dos exames, o médico veio com más notícias. Disse à paciente que ela tinha câncer.

Ao que ela respondeu, com uma espécie de expressão de triunfo: "Não falei? Faz vinte anos que venho dizendo a mesma coisa!"

Em sua preocupação, essa mulher imaginou uma doença que ela temia mais que tudo. De tanto dar atenção a esse medo, ele acabou se tornando realidade.

A consciência tem meios de alterar os fatos. Nosso subconsciente pode transformar aquilo que imaginamos em realidade.

As pessoas que se preocupam se convenceram de que a preocupação é, de certo modo, o modelo correto de pensamento para evitar que coisas ruins aconteçam.

Entretanto, atenção é atenção. Se ficamos imaginando coisas que não queremos ver acontecer, é quase certo que o resultado será o oposto.Talvez algo "igualmente ruim" ocorra, o que dá no mesmo.

Se queremos imaginar o futuro, que ele seja repleto de alegrias e coisas boas. Mas as pessoas saudáveis não vivem nem no passado nem no futuro.

Elas vivem no presente, no agora, que acaba tendo sempre o gosto da eternidade, pois nenhuma sombra paira sobre ele.

Quando se presta atenção ao momento presente, ele se desenvolve em toda a plenitude.

Ao vivermos apenas de momento em momento, o tempo deixa de ser nosso inimigo.

Os efeitos nocivos da preocupação são eliminados através da valorização do que a vida nos oferece hoje.

Deepak Chopra nasceu na Índia em 1947. É pioneiro da medicina mente-corpo. Tem publicado 28 livros que têm sido traduzidos a 35 idiomas, além de uma centena de séries de audio e vídeo. Em 1999, a revista Time chamou-o o 'poeta-profeta da medicina alternativa' e incluiu-o na lista das 100 personalidades mais representativas do século XX, pelo que se lhe considera um icono de nosso tempo. Sua capacidade e versatilidade expressaram-se em suas obras, nas quais tem combinado a física e a filosofia, o prático e o espiritual, a sabedoria oriental e a ciência ocidental.

26 de outubro de 2011

Mensagem de Augusto Cury


A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...

(Augusto Cury)


25 de outubro de 2011

Ensinamentos de Compaixão do Buda Milo


Quando estiver frustrado não se esqueça de persistir.
Quando estiver na derrota, não se esqueça de fortalecer-se.
Quando estiver oprimido, não se esqueça de perseverar.
Quando estiver em situação difícil, não se esqueça de servir.
Quando sentir amargura, não esqueça de alegrar-se.
Quando estiver em desunião, não esqueça de unir-se.
Quando estiver em pecado, não esqueça de confessar-se.
Quando cometer erros, não esqueça de regenerar-se.
Quando estiver recebendo, não esqueça de doar.
Quando se sentir ofendido, retribua com compaixão.
Quando estiver contrariado, não se esqueça de ser otimista.
Quando estiver diante das calamidades, não esqueça de socorrer.
Quando estiver sendo egoísta, não se esqueça de ser altruísta.
Quando estiver no auge, não se esqueça da gratidão.
Quando estiver se queixando, não se esqueça de da carinho.
Quando estiver em duvida, não se esqueça de acreditar.
Quando estiver com inveja, não se esqueça de admirar.
Quando estiver em desavença, não se esqueça de ceder.
Quando estiver disperso, não esqueça de concentrar-se.
Quando estiver cobiçando, não se esqueça de repartir.
Quando estiver libidinoso, não se esqueça do racional.
Quando estiver sendo caluniado, não se esqueça da tolerância.
Quando estiver desprezado, não se esqueça do perdão.

21 de outubro de 2011

Mensagens de Khalil Gibran


"Árvores são poemas que a terra escreve para o céu. Nós as derrubamos e as transformamos em papel para registrar todo o nosso vazio."



"Sou ignorante ante a verdade absoluta. Mas sou humilde ante a minha ignorância, e nisto consistem minha honra e minha recompensa."




Khalil Gibran
Poeta libanês-americano, escritor, novelista, poeta místico e artista.
Nascimento: 06/01/1883 em Bisharri - Líbano
Falecimento: 10/04/1931 em Nova York - EUA

20 de outubro de 2011

Mensagem de Augusto Cury


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Esse sabe fazer a diferença...

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS por Jornal de Santa Catarina


Gari de Balneário Camboriú - SC - Brasil - encanta moradores e turistas com "Bom Dia" na areia da praia
Cícero Martins escreve a saudação todos os dias usando o rastelo
(Patrícia Auth)

Sob o sol do início da primavera, garis dividem-se para limpar a Praia Central de Balneário Camboriú. Na altura da Rua 2.000, um deles usa o rastelo e o sorriso largo para fazer mais do que o próprio trabalho. Todas as manhãs, ele escreve na areia um enorme bom dia. Encontrá-lo foi questão de minutos. A simpatia o denuncia.

Em meio a um grupo de idosos que praticavam atividades físicas à beira mar, lá estava Martins. Sorrindo, trabalhava e ganhava elogios pela arte recém traçada.

— Eu escrevo para animar. Às vezes vejo pessoas tristes pelos bancos da praia e acho que dessa maneira posso ajudar — conta o simpático homem de 45 anos.

O artista encanta quem mora nos arranha-céus da Avenida Atlântica e aos que visitam a orla. Os frequentadores mais assíduos já o batizaram de Amarelinho, inspirados na cor do uniforme que ele usa para trabalhar:

— Até os moradores dos prédios já me conhecem. De vez em quando um grita lá de cima "bom dia Amarelinho".

A cena também interrompe o passo sem pressa da moradora de Londrina (PR) Maria de Lourdes. De férias, ela caminhava com o olhar vago em direção ao mar quando encantou-se pelo bom dia de Martins. Feliz, seguiu em direção ao gari e o abraçou.

— Achei fantástico. Eu li o bom dia em vários pontos da praia e fiquei imaginando quem seria a pessoa que fez isso. Com certeza este homem ama muito a vida — opina emocionada.

Bom dia na areia é lição de vida

A atitude rendeu ao gari novas amizades. Para o comerciante, Lauro de Menezes Andrade, 38 anos, Martins é um exemplo.

— Ele não ganha nada a mais para escrever o bom dia na areia. Daí a gente para pensar né? Tem dias que acordamos e nem damos bom dia para quem mora com a gente. Para mim foi uma lição_ revela.

Lição que não será esquecida pela moradora de Balneário Camboriú, Solange Mello, 65. No dia em que conheceu Martins, na Praia Central, até o humor mudou.

— Que coisa mais linda isso que ele faz. Que criatura iluminada. Com certeza o dia fica melhor. Fica um bom dia — disse sorrindo, depois de cumprimentar o gari.

16 de outubro de 2011

Meditação


A mais importante jornada que você pode fazer é a jornada interna. Essa é a jornada para a verdade de quem você realmente é. É o lugar, além da consciência de cada dia, onde o fortalecimento espiritual começa. O poder espiritual nos dá poder para escolhermos pensamentos criativos em vez de pensar de forma automática; dar resposta pró-ativa em vez de reação; paz, amor e harmonia ao invés de estresse, conflito e caos.

A meditação permite que você embarque nessa jornada interior. A meditação Raja Yoga dá a você um claro entendimento espiritual de si, ajudando em sua redescoberta e no uso das qualidades positivas internamente latentes; possibilita desenvolver a força de seu caráter e criar novas atitudes e respostas para a vida.

Você começa a se lembrar de coisas sobre si que já sabia mas tinha esquecido há muito tempo. Começa a apreciar momentos de silêncio e a desfrutar períodos de introspecção e reflexão.


A meditação também ajuda você a se desconectar do hábito de pensar, sentir e reagir de forma perniciosa. Isso resulta numa liberação de energia consciente e positiva que aumenta a qualidade de sua atitude, ações e interações.

Por fim, o processo de retrair-se, desconectar-se de hábitos prejudiciais, conectar-se a seus recursos espirituais inatos, e então reconectar-se à sua vida externa, consiste em um meio de fortalecimento pessoal.

A meditação é ensinada como um método para alcançar a consciência de si, levando à sua auto-realização. A meditação acalma a mente e fortalece o intelecto para atingir percepção e compreensão das leis e princípios espirituais que sustentam a harmonia e que podem trazer uma renovação natural em todos os níveis de vida na Terra.

Meditação Raja Yoga

“A meditação orientada com precisão torna Deus acessível a todos.” –
Sis. Jayanti, O Poder de Cura de Deus (Michael Joseph, da Penguin Group, 2002).

A meditação Raja Yoga redefine o “eu” como uma alma e permite a conexão e o relacionamento diretos com a Fonte Suprema da energia mais pura e da consciência mais elevada. O Raja Yoga pode ser traduzido como “união suprema” ou como “conexão mais elevada”. Todas as almas têm o direito de experimentar esse relacionamento maior.

A Experiência de Meditação

Como uma técnica, a meditação requer prática para alcançar resultados satisfatórios.
Cada vez mais pessoas estão incluindo algum tipo de meditação em sua rotina diária, quer seja como um efetivo antídoto para o “stress”, ou como um simples método de relaxamento. Ao meditar um pouco a cada dia, a meditação logo se torna um hábito fácil e natural que o recompensa generosamente pelo esforço envolvido.
(Experimente a Meditação).

Brahma Kumaris Brasil

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15 de outubro de 2011

Dia do professor

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Homenagem do Instituto Paulo Freire a todos educadores







“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade”.
Paulo Freire

13 de outubro de 2011

Espiritualidade nas Organizações


«Espiritualidade nas organizações é viver em harmonia com suas crenças mais profundas também no ambiente de trabalho. É não abrir mão de seus preceitos morais, de seus valores, também no ambiente organizacional. É o reconhecimento que o trabalho transcende os aspectos materiais. É o reconhecimento que num ambiente harmônico se é feliz e se trabalha melhor. É compreender que o lucro pode conviver com a harmonia nas relações e com a ética».
(Paulo Vieira de Castro)

Recomendo o livro ao lado:
Dharma Marketing - A Espritualidade no Mundo dos Negócios.

Para comprar o livro, clicar no link do site da Publicações Maitreya, logo abaixo. Eu comprei, recebi sem problemas, li e recomendo.
Infelizmente não é vendido no Brasil... por enquanto.

Publicações Maitreya - Porto - Portugal

Qualquer problema entrar em contato com Flora pelo e-mail: flora@publicacoesmaitreya.pt


9 de outubro de 2011

A água de nossos rios


(por Ana Silvia) - anasilvia.acupuntura@yahoo.com.br -
artigo STUM

Se nos déssemos a oportunidade abençoada de sentarmos às margens de nosso rio interior, certamente ficaríamos surpreendidos.

Quem vive em centros, como São Paulo, com grandes rios cortando as marginais, não deixa nunca de se indignar, com sentimento de pena e desconforto, ao contemplar a quantidade de lixo, o aspecto turvo da água, o cheiro fétido exalado por ele, a falta de brilho na pouca vida resistente ao ambiente condenado.

Felizmente muitos tem oportunidades diferentes; encontram rios limpos, com muito verde ao redor, com muita vida em seu interior; outros ainda fazem dos rios o meio de sustento familiar, ou os utilizam para a retirada de seus alimentos.

Como seria então o nosso rio interior?

Talvez, a primeira imagem seria de roupas, sapatos, brinquedos, móveis, embalagens, enfim, toda sorte de pertences inúteis que degradam ao tempo; os supérfluos acumulados, a energia parada que não se usa e não se doa; tudo flutuando, enfeiando e poluindo nossas águas, nossas margens.

Quem sabe em alguma curva do rio, não encontraríamos as oportunidades, amizades, sonhos e esperanças, encalhados, sem fluidez...?

Poderíamos tentar colocar os pés na água, sentindo o agradável frescor, ou os atolarmos num terreno lamacento e pegajoso.

Quem sabe não seria interessante um agradável mergulho?

O que encontraríamos no fundo de nossos rios, se verdadeiramente verificássemos, sem a companhia do ego?

Águas límpidas, muita vida, movimento? Será que saciaríamos a sede em nossas próprias águas?

Como se encontra o nosso coração, existe mágoa, rancor, inveja; como está a qualidade dos pensamentos, a fluidez de nossas emoções? Como vibram nossas ações?

Poderiam peixes, girinos, algas, ..., sobreviverem a eles? E quanto à superfície, ela é atraente, enche os olhos de quem a contempla?

Será que há leveza em nossos semblantes, verdade e brilho em nossos olhares, sinceridade em nossos sorrisos?

Observemos com carinho os rios de nossas vidas. Façamos a remoção dos entulhos da superfície, limpemos as profundezas, permitamos que as diferentes formas de vida habitem harmoniosamente o nosso interior. Que haja fluidez de energia.

Que nossos rios sejam sempre convidativos à um mergulho, que sejam prósperos, e que tenham condições de alimentar a muitos, inclusive a nós mesmos.

Vale lembrar, que nem sempre é assim; muitos comprometem-se realmente com a clareza de suas águas.

Paz, Luz, Amor, Harmonia e Prosperidade a todos!

Bora Meditar...


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6 de outubro de 2011

Primavera em movimento

Que a nossa Primavera interior esteja num lindo e constante movimento.
Vale a pena ver! É só clicar no link abaixo e depois no Play.

Link Link: Primavera interior
Assim como a primavera é muito amada pelas árvores, pássaros e peixes… Você não conhece sua primavera espiritual íntima.

Ela ainda não veio, você ainda não a convidou. A primavera exterior vem e vai, vem e vai, mas a primavera interior só vem e nunca vai. É uma primavera eterna. Suas flores são flores da eternidade.

Uma vez iluminado você fica para sempre iluminado. Não há nenhum modo de voltar atrás. Quão mais esplendorosa e quão mais milagrosa será a primavera interior! Mesmo a exterior é tão grande; a interior não é apenas quantitativamente grande, ela é também qualitativamente grande.

A busca da verdade é a busca da primavera interior.

Osho



4 de outubro de 2011

Viva São Francisco de Assis!

Hoje é dia dele


!


Maravilhoso Mestre Kuthumi para quem acompanha um pouco dos Mestres Ascencionados da Grande Fraternidade Branca.

Mensagens da administradora do blog...


Tenho TUDO porque aceito tudo o que tenho.
(Maria Fernanda Merbach)

Muito bom ouvir à mim em primeiro lugar e mesmo assim, conviver alegremente com o coletivo social.
(Maria Fernanda Merbach)

Para mim, não é mais possível ser uma pessoa no trabalho, outra em casa, outra nos relacionamentos... Procuro ser o mais comprometida possível comigo mesma.
(Maria Fernanda Merbach)

3 de outubro de 2011

O Laço e o Abraço - Mário Quintana


Meu Deus! Como é engraçado!

Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço.. uma fita dando voltas?

Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.

É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.

É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,

em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?

Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.

Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.

E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento.

Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho,

mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.

Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.

E quando alguém briga então se diz: romperam-se os laços.

E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.

Então o amor e a amizade são isso...

Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.

Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.




(Mário Quintana)

28 de setembro de 2011

Mensagem de Clarice Lispector...


"O caminho que eu escolhi é o do Amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeira. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem. É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver".
(Clarice Lispector)

24 de setembro de 2011

Desabafo na fila do supermercado...

DESABAFO DE UMA SENHORA IDOSA SOBRE A ONDA DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE‏

Na fila do supermercado, o caixa diz pra uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer sacos para as compras, uma vez que os sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. Temos problema hoje minha senhora, porque a sua geração não se preocupou com o meio ambiente.
- Você está certo, responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e os fabricantes das bebidas, usavam as mesmas garrafas.
Caminhava-mos até ao comércio, ao invés de usar o nosso carro a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
As fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto.
E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usava-mos jornal amassado para protege-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina para cortar a relva, era utilizado um cortador que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a um ginásio e usar máquinas que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes, ao invés de comprar tantas outras.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou o comboio e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada, e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(desconheço autoria)

21 de setembro de 2011

11 de setembro de 2011

Principais diferenças entre Freud e Jung

.
Tem um antigo ditado que aprendi nos meus tempos de estudante de psicanálise, “Um homem caminha por uma estrada e encontra dois outros homens. O primeiro lhe pergunta de onde ele vem, o segundo, para onde ele vai. Esses dois homens são Freud e Jung.”
Sigmund Freud (6 de Maio de 1856 – 23 de Setembro de 1939) foi o fundador da psicanálise. Ele criou sua teoria após e por causa de seus estudos sobre uma interessante “doença” muito difundida naqueles tempos: a histeria. Carl Gustav Jung (26 de Julho de 1875 - 6 de Junho de 1961), que Freud havia inicialmente proclamado seu “herdeiro”, foi adiante a partir da experiência de outra doença psicológica: a esquizofrenia. Ambos os pioneiros trabalharam essencialmente com mulheres, seu principal objeto de pesquisa. Ele se depararam estupefatos diantes das atividades do inconsciente, que como eles perceberam podia tão profundamente subverter e conturbar a vida de uma pessoa. Entretanto os dois também chegaram a conclusões muito diferentes.
O pano de fundo sócio-cultural de cada um era bastante diverso um do outro. Freud era um judeu e sua vida em Vienna (Áustria) sofreu o preconceito racial. Quando jovem, Sigmund testemunhou a fraqueza do pai quando um homem passando pela rua lhe jogou o chapéu no chão num gesto de desdém ao qual o pai de Freud não reagiu. Jung, de outro lado, cresceu na pacífica e eternamente neutra Suíça, filho de um pastor cristão que havia perdido sua fé interior. Do lado da mãe, Jung contava com o grande Goethe entre seus ancestrais. Assim, enquanto Freud experimentava insegurança do ponto de vista social, Jung vivia a insegurança interna de uma alma consciente dos limites de instituições e valores coletivos. Enquanto o primeiro lidava com questões de poder e instabilidade, os quais iriam logo levar a Europa e o mundo ocidental para a catástrofe da segunda guerra mundial, o último estava mergulhado em referênciais culturais e religiosas relacionadas a batalha interior entre bem e mal, e à jornada individual através dos opostos, que iria definir o século e o seguinte, o nosso atual.
Consequente às suas diferentes origens sociais e culturais, Freud e Jung tiveram caminhos acadêmicos diversos. A filosofia positivista de fundo de Freud, em conformidade com seu tempo, está espelhada em suas opções universitárias. Ele se graduou como neurologista. Estudante diligente, Freud procurou os melhores professores para aprender mais e foi assim que chegou a Paris para estudar com um dos mais renomados neurologistas daqueles tempos, Jean Martin Charcot. Esta experiência o fez voltar-se para a psicopatologia, pois ele se sentiu atraído pelos estudos de Charcot acerca da histeria e sua susceptibilidade à hipnóse. De volta a Vienna, Freud usou a hipnóse com suas pacientes, logo abandonando-a para desenvolver seu método da livre associação e da interpretação dos sonhos, que iria dar origem à psicanálise.
Na nova era científica dos fins do século XIX, Freud foi o primeiro que levou os sonhos a sério e os estudou. Ele descobriu que os sonhos são o resultado de material psicológico camuflado que foi guardado no quarto escuro do inconsciente pessoal. O que uma pessoa entende como proibido ou desagradável é imediatamente reprimido e enterrado dentro. Entretanto, os conteúdos banidos vêm à tona todas as vezes em que os eventos da vida e a problemática interior se encontram, tornando impossível ao indivíduo fugir deles. Periodica ou cronicamente, esses conteúdos incomodam a consciência da pessoa e se manifestam através dos sonhos.
Após décadas de pesquisa, Freud achava que há duas principais correntes psíquicas que lutam pela supremacia: Thánatos (em grego antigo, “Morte”) e Eros (em grego antigo, “Amor”). A vida humana se desenrola entre a tendência para a destrução e o fim, e aquela que vai na direção da vida e da continuação da mesma. Apesar do rebelde Eros criar frequentes problemas, sendo o maior de todos representado pelo Complexo de Édipo, Freud finaliza seu pensamento afirmando que Thánatos é o que, no final, vence.
A impulso inconsciente sexual que ele incialmente acreditou ser concretista, de modo que o filho sentiría-se sexualmente atraído pela mãe e a filha pelo pai (no Complexo de Electra), mais tarde ele admitiu tratar-se de um impulso predominantemente simbólico, aproximando-se assim da visão de Jung.
O inconsciente que Freud teorizou é identificado como o resultado do acumulo do que foi descartado durante toda uma vida, cujo conteúdos são oriundos sobretudo da infância. A matéria desse “quarto escuro” luta constantemente para vir à superfície, perturbando o ego consciente. Freud acreditava que este era o inevitável preço que o gênero humano paga pela civilização (“O futuro de uma ilusão”, 1927). Apesar de não podermos ser completamente ‘curados”, podemos certamente suavizar e aleviar a dureza dessa condição humana e transformar os traumas da infância encarando os problemas do passado e redirecionando aquele impulso para outros objetos e objetivos, processo que ele chama de “sublimação”.
Enquanto Freud estava publicando seu revolucionário “Interpretação dos Sonhos” em 1900, Jung estava começando seu trabalho como jovem psiquiatra no Burgholzi, um hospital psiquiatrico em Zurique. De lá em diante, ele estudou os trabalhos de Freud e os aplicou ao tratamento de seus pacientes. Entretanto, os resultados o supreenderam, pois a mente esquizofrénica recusava algumas das afirmações de Feud. O problema principal era a respeito do sentido literal e simbólico dos sintomas e fantasias. Logo tornou-se claro que a abordagem freudiana era concreta demais e não se adaptava a alguns dos aspectos da psique com os quais Jung estava lidando.
Através do método da livre associação, Jung identificou relações entre idéias que das quais os pacientes não podiam ter conhecimento prévio, nem por ter ouvido ou lido a respeito. Indo adiante em suas pesquisas, ele encontrou paralelos entre as tramas e os símbolos dos sonhos de todo tipo de pessoas: desde seus pacientes até prisoneiros nas cadeias americanas e indígenas no meio da África. Não somente, ele se deu conta que havia temas recorrentes na história da cultura humana, expressos tanto na mitologia como na literatura. A conclusão de Jung foi que o inconsciente não podia ser somente pessoal. Há um nível mais profundo que é coletivo, pertencente a todo indivíduo do planeta.
A primeiro grande trabalho de Jung, “Símbolos da transformação” (1913), consistia numa longa interpretação dos sonhos e fantasias de uma mulher. Esse material apresentava evidentes aspectos simbólicos que Jung demonstrou estarem relacionados à simbologia universal humana. Ao publicar o livro, ele recebeu em cheio a reprovação de Freud e o inevitável rompimento da relação. Por causa da análise simbólica e da vasta bagagem de conhecimentos de mitologia, cultura e literatura que Jung usou ao longo das centenas de páginas de seu trabalho, Freud sentiu-se confrontado. Acima de tudo, Jung negava que o impulso sexual do qual Freud falava fosse um concreto. Para ele, se tratava de uma energia psíquica de proporções maiores que podia se minifestar como impulso sexual mas que era muito mais do que isso, apresentando aspectos simbólicos relacionados a etapas mais profundas e importantes do desenvolvimento humano.
Daquele momento em diante, os caminhos de Jung e Freud divergiram. Jung foi dasapossado do título de herdeiro, também porque ele estava mais interessado na pesquisa do que em administrar a crescente associação psicanalítica internacional, e Freud tornou-se sempre mais preocupado em segurar firme sua teoria, que estava lidando com uma série de modificações todas as vezes que um novo membro se vinculava a ela.
Jung passou o resto de seus quase 50 anos de vida trabalhando, pesquisando e escrevendo. Seu legado recolhe uma enorme quantidade de idéias, material e perspectivas. Parte do seu trabalho ainda está para ser publicado. Ele nunca considerou-se o fundador de uma teoria, nem gostava de ter “discípulos” seguindo suas pegadas, pois a essência da visão psicológica de Jung é a jornada individual na direção da unidade interna. Para ele, os indivíduos são levados por forças interiores na direção de um si mesmo superior (ao ego). Isso é chamado de Processo de Individuação. A unicidade de cada pessoa está em jogo nas escolhas de todos os dias. Como acontece aos heróis de sonhos, mitos, filmes e contos de fada, uma pessoa há de lutar contra obstáculos externos e internos que a aprisionam. Esta luta, como a da borboleta esforçando-se para sair do casulo, dá fôlego às suas asas.
O fim da história não pode ser contado em poucas linhas, até porque não há fim.
Deixo você com esta imagem. Você entra no consultório de Freud. Ele o faz deitar e senta-se onde você não pode vê-lo para, assim ele acredita, não interferir com o seu processo de abertura. Ele sobretudo ouve e deixa você falar. Daí, você vai ao consultório de Jung. Você encontrará duas confortáveis poltronas, uma de cara para a outra. Você e ele são duas pessoas lidando com os mistérios do inconsciente, o primeiro é experiente e ajuda o segundo a encontrar seu caminho. Naturalmente, a person alidade do analista está envolvida. Jung não acha de jeito nenhum que possa esconder-se de você. Ele aposta na honestidade e humildade. Para ele, ambas as pessoas estão numa jornada, ambas aprendendo, ambas descobrindo e ambas são influenciadas pelo mesma força: o cativante e inteligente inconsciente.

8 de setembro de 2011

Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth


Kodoish Kodoish Kodoish Adonai Tsebayoth
Kodoish Kodoish Kodoish Adonai Tsebayoth
Kodoish Kodoish Kodoish Adonai Tsebayoth



Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth

Pronúncia: Kodóich, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsabeyót


Interpretação: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, Soberano do Universo – ou: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Hostes, e outras variantes, mas o importante é que independentemente da tradução, a vibração deste mantra continua sendo sempre o mesmo e original se usarmos a expressão da tradição judaico-cristã. Porém, expressões traduzidas também podem ser usadas, mas não possuem o “momentum” apropriado que o mantra original possui.


O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth une todos os biorritmos do corpo (personalidade encarnada) com os ritmos espirituais do corpo do Eu Superior (Ajusta dor de Pensamento) de modo que todos os sistemas circulatórios operem como um batimento do coração cósmico.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth deve ser feito para discernir entre as forças celestiais espirituais e as “negativas”.

A saudação activa um padrão de ressonância com o Trono do Pai que as “forças negativas” não conseguem suportar quando cumprimentadas com essa saudação.

Esta saudação é tão forte que as “forças negativas” não conseguem permanecer nem por um lapso de tempo na presença de sua vibração. O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth cria distorções temporais-mentais-espirituais dentro do nosso corpo, que nos permitem crescer de um pequeno microcosmo ao nível próximo da Divindade.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth é a chave da transformação e a vibração central coordenando todas as vibrações com o veículo espiritual do homem. Salientando particularidades e usos deste Mantra podemos definir que:

. Une os níveis inferiores de vibração com os níveis mais altos da criação.

. A batida do coração humano é marcada de acordo com a função do Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth. Este Mantra permite todo o sistema circulatório operar com a batida do coração cósmico.

. A energia da Luz criada por este nome sagrado permite ao corpo experimentar a energia directa dos Mestres de Luz.

. Este Mantra contém escalas adicionais de ressonância de cores, emanando 80 oitavas acima e 80 oitavas abaixo do nosso planeta.

. Kodoish deve ser usado para discernir as forças negativas celestiais. Esta saudação coloca em movimento um padrão de ressonância com o trono do Pai, ressonância esta, que as “forças negativas” não podem utilizar quando são por ela cumprimentadas. De fato, esta saudação é tão forte que as “forças negativas” não conseguem permanecer, nem por um breve período de tempo, na presença dessa vibração.

. Quando nós sentimos pressão e medo de origem desconhecida, é razoável admitir que esta pressão esteja sendo causada pela “hierarquia negativa”. Para que as energias opressivas sejam levantadas e afastadas simplesmente cante ou diga repetidamente, o “Código Sagrado”.

. Este Mantra Sagrado activa redes especiais de sintonização de ressonância com a Irmandade da Luz e permite que a energia se junte para trabalho e culto mútuo.

. A estrutura do código de Amor e Luz deste Mantra Sagrado está focalizado no 3o. Olho – a semente de cristal, e lhe permite elevar esta semente de cristal ao Conselho de Luz no Firmamento de Orión.

. O poder da Trindade do Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth pode criar um hiper-vórtice ou um pilar de energia divina pelo qual o hiper espaço-tempo pode ser atravessado por este corpo físico, nos colocando em ressonância com outros níveis de inteligência divina.

. Esta fórmula também pode ser utilizada para invocar a Protecção Divina, uma vez que esta expressão sagrada é uma conexão entre todas as hierarquias, como uma Saudação da Irmandade com o Pai em comum.

. Ele cria um pilar de energia de protecção que pode ser usado em situações práticas para resolver problemas, curar e elevar a consciência e o que for preciso para projectar energia para fazer o trabalho do Reino

. Quando nós cantamos e visualizamos a trindade do Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth, acima do nosso 3o.Olho, junta-se a nós um coro das Alturas conforme Seres Integrais de Luz nos mostram suas aparências. Conforme nós continuamos a usar esta saudação, nós somos cumprimentados pela Irmandade e Anfitriões do ofício de Shekinah (Espírito Santo), do Cristo e do Pai Divino.

. Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth pode ser recitado antes de dormir e assim que acordamos.


Leiam o que o Arcanjo Metatron tem a nos dizer sobre este mantra:

Filhos queridos,

Ao pronunciardes este mantra, frequências densas são elevadas muitas oitavas acima. Toda vez que ocorre a verbalização desse mantra, essências de Luz que estão muito distantes de vós, ouvem. Portanto, queridos, se desejais limpar vossos lares e /ou ambientes que se encontram negativos sejam quais forem as negatividades, utilizeis esse sagrado mantra.

Esse mantra é imemorial. Todos os povos antigos e sagrados o conhecem. Nós o trouxemos às vossas mentes e o ancoramos em vossos planos, como quem ancora directamente o Fogo Divino e presenteia às Essências Divinas aqui viventes com essa via de protecção.

Assim entende-se a necessidade de verbalização definitiva e determinada que consagre e eleve este mantra para que ele ecoe em todas as partículas que compõe o ar e possa então transmutar cada uma dessas partículas, inclusive as de vossos corpos físicos. Esse mantra pode auxiliar-vos a transmutar o vosso material genético, e neste aspecto temos muitos seres que estarão aqui para vos auxiliar, basta apenas entoa-lo.

EU SOU Lord Metatron.

7 de setembro de 2011

Mensagem...




"Não procure alguém que te complete...
Complete a si mesmo e procure alguém que te transborde..."
(autoria desconhecida)