28 de julho de 2012

Destravar e Harmonizar Atitudes. Saiba mais...


Cada dedo é uma chave simples para destravar e harmonizar as atitudes.

Dedo polegar
Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço.

Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho. Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem. Ajuda estômago, baço e pâncreas. Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.

Dedo indicador
Trabalha as emoções: MEDO - timidez, confusão mental, depressão, perfeccionismo, crítica, frustração, desejo de vida Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da bexiga e rim.

Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular. Dissolve o medo e as inseguranças. Ajuda rim e bexiga. Evita uma dor nas costas que está iniciando.

Dedo médio
Trabalha as emoções: RAIVA – covardia, irritabilidade, indecisão, instabilidade, não alerta, emotividade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da vesícula e fígado.

Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade; regula a harmonia interior do corpo. Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade. Ajuda fígado e vesícula biliar. Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.

Dedo anular
Trabalha as emoções: TRISTEZA (Pesar) - negatividade, formação de muco, bom senso Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do pulmão e intestino grosso.

Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo. Afasta a tristeza, negatividade e o pesar. Ajuda os pulmões e o intestino grosso. Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.

Dedo mínimo
Trabalha as emoções: PRETENSÃO (Cobrir, esconder) - “chorar por dentro e rir por fora”, insegurança, nervosismo, confusão, mortalidade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do coração e intestino delgado.

Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético. Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço. Ajuda coração e intestino delgado. Evita uma dor de garganta que está iniciando.

Centro da palma da mão
Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo. Dissolve o desânimo. Ajuda diafragma e fluxo do umbigo. Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.

Referências: Jin Shin Jyutsu Brasil :: FisioFilosofia :: A Arte de Viver em Harm... A Arte de Curar onde a harmonia e a saúde estão na ponta de seus dedos 3º Milênio – Um Canal para a Expressão do Ser Arte do Cuidar: JIN SHIN JYUTSU Alguns Exercícios para Autoajuda com Jin Shin Jyutsu

25 de julho de 2012

Mensagem de Léa Waider


“Se eu me magoo e passo a odiar quem foi insensível comigo, esse problema é MEU, não do outro. O outro apenas não correspondeu às minhas expectativas, não deu o colo que eu achava que merecia, não foi o amigo que eu queria que tivesse sido. Ele foi ELE. EU é que queria que ele tivesse agido diferente. Então EU sou o responsável pelo que sinto.”

(Léa Waider)

23 de julho de 2012

Mensagem de Buda



Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.

~Buda~

19 de julho de 2012

Oração ao Anjo da Guarda



Oração ao Anjo da Guarda

Anjo de Luz, guardião da minha vida. A ti fui confiado pela santa misericórdia de Deus.
Ilumina a minha alma, guarda-me dos males, orienta a minha inspiração, fortalece a minha sintonia com Deus e torna-me forte diante dos percalços. Lembra-me todos os dias de não julgar nem ferir.
Tinge a minha mente de amor e harmonia, para que eu possa tornar o mundo melhor, agora e para todo o sempre. Amém."

6 de julho de 2012

O Eu Superior e Outras Lições de Vida


O Eu Superior e Outras Lições de Vida

Quem vibra pelo amor já sabe que nós aqui em cima existimos.
Mesmo que ainda não veja o seu "Eu Superior", sabe, instintivamente, que estamos aqui para ajudar nesta tarefa tão árdua que é a experiência na matéria.

Esse ser não faz tantas perguntas. Limita-se a Ser. Ser é juntar a mente ao coração. Ser é saber que o sentir determina tudo. Determina a missão, o foco e como chegar lá. Determina se estás no caminho certo ou se ainda não o encontraste. Ser é saber sentir. É utilizar a mente para dar vida ao que se sente. Mas para isso é preciso entregar-se, confiar. Acreditar que estamos sempre atentos, a enviar sinais e que estes só são compreendidos pelo coração. Os sinais que enviamos não são lógicos. Esses, os lógicos, só a mente entende. E o que a mente entende está camuflado pelo medo. Os sinais que enviamos têm leitura imediata no coração.

Jesus

(Via Alexandra Solnado)

1 de julho de 2012

O que você vê?



Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:


- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre!
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Tranquilize-se e seja … FELIZ!”

30 de junho de 2012

Relacionar-se...

(Por Fátima Corga - Psicóloga - Instituto Luz)

Primeiro Seja - Relacionar-se é uma das maiores coisas da vida: é amar, compartilhar. Para amar é preciso transbordar de amor e para compartilhar é preciso ter (amor). Quem se relaciona respeita e não possui. A liberdade do outro não é invadida, ele permanece independente. Possuir é destruir todas as possibilidades de se relacionar. Relacionar é um processo. Relacionamento é diferente de relacionar-se: é completo, fixo, morto. Antes devemos nos relacionar conosco mesmos e escutar o coração para a vida ir além do intelecto, da lógica, da dialética e das discriminações. É bom evitar substantivos e enfatizar os verbos. A vida é feita de verbos: amar, cantar, dançar, relacionar, viver.

O Outro Dentro de Você - Nada machuca mais do que quando um sonho é esmagado, uma esperança morre, o futuro se torna escuro. A frustração representa uma parte muito valiosa no crescimento espiritual. A nova psicologia está baseada nas experiências da escola mais antiga, tantra.
Qualquer um que seja dependente de alguém, odeia essa pessoa.

Ciúme - Quando há atração sexual e o ciúme entra é porque não há amor. Há medo, porque o sexo é uma exploração. O medo se torna ciúme. Não se pode amar alguém não-livre, pois o amor só existe se dado livremente, quando não é exigido, forçado e tomado. Quanto mais controlamos, mais "matamos" o outro. As causas do ciúme estão dentro de nós; fora estão só as desculpas. O amor não pode ser ciumento. Ele é sempre confiante. Confiança não pode ser forçada. Se ela existir, segue-se por ela. Senão, é melhor separar, para evitar danos e destruição e poder amar outra pessoa. Quando amamos alguém, confiamos que não quererá outro. Se quiser, não há amor e nada pode ser feito. Só através do outro tornamo-nos conscientes de nosso próprio ser. Só num profundo relacionar-se o amor de alguém ressoa e mostra sua profundidade: assim nos descobrimos. Outra forma de autodescoberta, sem o outro, é a meditação. Só há dois caminhos para chegar ao divino: meditação e amor.

Do Sexo ao Samadi - Só temos uma energia que, no mais baixo, é sexual.
Refinada, transforma-se pela alquimia da meditação e torna-se amor ou oração. O sexo é o fenômeno mais importante da vida. É natural, não exige preocupação. Repressão é esconder energias impedindo sua manifestação e transformação. Até hoje nenhuma sociedade encarou o sexo naturalmente. O sexo revela que somos dependentes. As pessoas egoístas são contra o sexo (?) Nele sempre há o risco de rejeição. Nele nos tornamos animais, porque naturais. Quando aceitamos o passado, o futuro se torna uma abertura. O tantra usa o ato sexual rumo à integridade, se nos movermos nele meditativamente, sem controle, com loucura, sem tempo, sem ego, naturalmente. Tantra é um longo caminho do sexo ao samadi. Samadi é o supremo gol; sexo é só o primeiro passe. Uma pessoa se torna Buda quando o sexo é transformado em Samadi. É bom mover-se no sexo, mas permanecer observador. A meditação é a experiência do sexo sem sexo. O sexo é um fim em si mesmo e no presente. Sem amor o ato sexual é apressado. Sem pressa, estando no presente, caminha-se para a comunhão, a entrega, a espiritualidade, o relaxamento, o fluir, a fusão, o êxtase, o Samadi. Não há necessidade de ejaculação. Quanto mais observamos, mais nossos olhos são capazes de ver, mais são perceptivos. "O homem e a mulher são dois pólos diferentes, o pólo positivo e negativo da energia. Seu encontro provoca um circuito e produz um tipo de eletricidade. O conhecimento dessa eletricidade é possível se o período de cópula puder ser mantido por um período mais longo. Então uma alta carga, produzindo uma auréola de eletricidade evoluirá por si mesma. Se as correntes dos corpos estiverem num abraço total e
completo, pode-se até mesmo ver um lampejo de luz na escuridão."

Relacionamento como um Espelho - O amor se relaciona, mas não é relacionamento, que é algo acabado. Ele é como um rio fluindo, interminavelmente. Há flores do amor que só desabrocham após uma longa intimidade. Relacionar-se significa que estamos sempre começando, sempre tentando nos tornar conhecidos. A alegria do amor está na exploração da consciência. Quando investigamos o outro, fazemos o mesmo conosco.
Aprofundando-nos no outro, nos aprofundamos em nós mesmos. Tornamo-nos espelhos para o outro e o amor torna-se meditação. Quando mais descobrimos, mais misterioso o outro se torna: o amor é uma aventura constante. Quando estamos apaixonados, a linguagem não é necessária. O amor não escraviza, não é possessivo nem exigente. Ele liberta, permitindo aos amantes voarem alto, em direção a Deus. Quando apreciamos nossa solidão, nos tornamos meditadores. Só quem é capaz de ser feliz sozinho pode contribuir com a felicidade de outro.

Amor Verdadeiro - Quando há dependência não há maturidade nem amor, há necessidade. Usa-se o outro, o que é desamoroso. Ninguém gosta de ser dependente, porque a dependência mata a liberdade. Os homens sempre querem mulheres que sejam "menos" do que eles. A maturidade vem com o amor e acaba com a necessidade. Amor é luxo, abundância. É ter tantas canções no coração, que é preciso cantá-las, não importando se há quem ouça. Quando somos
autênticos, temos a aura do amor. Quando não, pedimos amor aos outros. Quem se apaixona não tem amor e, assim, não pode dar. Quem é maduro não cai de amor, mas se eleva nele. Duas pessoas maduras que se amam, ajudam-se a se tornarem mais livres. Liberdade, moksha, é um valor mais elevado que o amor.
Por isso é que o amor não vale a pena se a destruir.

Solidão e Solitude - Na solitude estamos constantemente encantados conosco mesmos. Ela é abençoada, um profundo preenchimento, que nos mantém centrados e enraizados. Ela é independente. Todos são um fim em si mesmos. Ninguém existe para ser usado. Quem está no pico da solitude só se atrai por quem também esteja só. Dois solitários olham um para o outro, mas dois que conheceram a solitude olham para algo mais elevado. Se estão felizes consigo mesmos, tornam-se companheiros. As palavras felicidade e acontecimento têm a mesma raiz em inglês. Porque a felicidade simplesmente acontece. Para ser feliz é preciso deixar acontecer. O caminho do amor deve ser tomado com tremenda consciência e o da consciência, com tremendo amor. Depois de cada experiência profunda nos sentimos sós e tristes: seja um grande amor ou uma meditação. Por isso muitos evitam experiências profundas. A solitude é bela e livre. É um momento em que o outro não é necessário. Após essa liberdade o amor é possível. O amor traz solitude e a solitude traz amor. Já a solidão não cria amor; apenas necessidade. Ela pode matar. Dois solitários não conseguem se relacionar porque isso não ocorre a partir da necessidade.
Solitude é uma flor desabrochando, é positiva, saudável. Só o amor dá a coragem de sermos sós. Só assim acumulamos energia até transbordar e transformar-se em amor. Sós, acumulamos amor, celebração, dança, energia, prazer, vida. Só o excesso de energia possibilita o orgasmo, que não é um alívio, mas celebração. Quando os amantes se afastam, readquirem sua solitude, beleza e alegria. A alegria traz a necessidade de compartilhar. A paixão é muito pequena diante da compaixão. Solitude é mover-se para dentro e amor é mover-se para fora. Ambos os movimentos são enriquecedores.

Terminando um relacionamento - Onde houver consciência, há revolta contra a repetição mecânica. Totalidade é a base da liberdade. Simpatia não é amor.
Não se resolve problemas dentro da mente, pois ela é o problema, que não se resolve com respostas, por não ser um problema intelectual, mas existencial.
Em vez de pensar é melhor entrar no silêncio, que é a porta a caminho da divindade. Relacionamento não é amor e amor não é relacionamento. Este é pronto e fechado e o amor é fluir. Relacionamento é estrutura; amor é não-estruturado. Amor é um processo, um estado de ser. As pessoas amorosas não precisam de relacionamentos. O relacionamento torna-se necessário quando o amor está ausente, ele o substitui. É preciso muita coragem para permanecer aberto, sem criar um relacionamento. O amor acontece, nós não o fazemos acontecer: só podemos nos tornar disponíveis. O amor vem do nada, como um solavanco e só é possível entre iguais. Se escolhemos alguém que tem medo de aprofundar é porque nós também temos. Quando o amor se aprofunda, aumenta a liberdade. Elevar-se no amor é um aprendizado, uma mudança, uma maturidade. É algo espiritual. Quem é sábio não impõe sua idéia a ninguém. A vida é incerta, a insegurança é seu próprio espírito. Só a morte é certa.
Nunca devemos perguntar sobre problemas dos outros.

Casamento - Ninguém nasce para o outro. Amor e liberdade andam juntos. Ela é uma expressão do amor. "Dar" liberdade é confiar. O crescimento precisa de liberdade. De todas as artes, o amor é a mais sutil e precisa ser aprendida.
Amor é felicidade, harmonia, saúde. Um grande amante está sempre pronto a dar amor e não está preocupado se vai receber de volta ou não. O amor tem sua própria felicidade intrínseca. Quanto mais amamos, maior a possibilidade da pessoa certa acontecer, porque o coração floresce. O amor real nos deixa felizes e harmônicos pela simples presença do outro. Amor é eternidade. Se estiver presente, cresce. Ele conhece o início, mas não o fim. Duas pessoas infelizes que se unem multiplicam sua infelicidade.

Amizade e Ser Amigo - Love vem do sânscrito lohba, avareza. A amizade pertence ao templo e não à loja. Devemos ser amigáveis com todos: pessoas, animais, plantas e não criar amizades, necessariamente. Amizade é amor sem caráter biológico. As pessoas iluminadas têm mais inimigos do que as não-iluminadas, pois os cegos não perdoam quem enxerga e os ignorantes não perdoam quem sabe. Ser amigável, amoroso, autêntico, inocente sem causa é suficiente para disparar muitos egos contra si.

Meditação e Amor - Quem quiser harmonia no amor precisa aprender a ser mais meditativo. O amor sozinho é cego, quem enxerga é a meditação. É bom substituir brigas por entendimento. Os conflitos existem por falta de compreensão. As palavras medicina e meditação têm a mesma raiz. A medicina cura o corpo, a matéria e a meditação cura a alma, o espírito. O amor é uma meditação e ela desabrocha no amor. Meditação é um estado de bênção, não-pensamento, serenidade e silêncio. É autodescoberta e a necessidade de compartilhar: o amor. Meditação é um estado de não-mente, de pura consciência. É preciso aprender o truque de não nos envolvermos com a mente, a arte de permanecermos indiferentes. Maturidade é conhecer algo em nós que é imortal: a meditação, que conhece Deus. A mente conhece o mundo, fica obcecada pelas nuvens, que vão e vêm. A meditação busca o céu, que é permanente. Devemos buscar o céu interior. A meditação pode se tornar
eternidade, é relaxamento em si, é um estado de não-vontade, de não-ação, de espontaneidade indisciplinada, sem direção, controle ou manipulação. Ela não tem meta, está no presente, é imediatismo. Quem medita torna-se silencioso, tranqüilo, pois a meditação traz paz. É a árvore que cresce sem semente, pois é mágica, misteriosa. Quem abandona o passado é meditativo. Na meditação vive-se o momento, nada interfere e a atenção é total, porque não há distração; só consciência. Quem medita encontra o amor, pois a meditação nos torna amorosos e o amor nos torna meditativos.

Amor e Compromisso - Quando amamos alguém não admitimos que o amor possa acabar e, se ele existe, não há necessidade de arranjo legal. O casamento é necessário porque não há amor. Amor é a fragrância de um coração meditativo,
silencioso e tranqüilo; luxúria é paixão cega. Não há como melhorar o amor.
Se é ele, é perfeito. Se não for perfeito, não é amor. Quem quer conhecer o amor, deve meditar. Só os místicos o conhecem. Ele é um dos muitos atributos de Deus, que também é compaixão, perdão, sabedoria etc. Quem está centrado, é meditativo. O amor é uma alegria transbordante, um estado do ser. O medo é o oposto do amor. O ódio é o amor invertido. No amor nos abrimos, confiamos, expandimos. No medo nos fechamos, duvidamos, encolhemos.

Ame a Si Mesmo - Para amar é preciso conhecer. Daí que a meditação é primária e o amor, secundário. Como o Sol irradia luz sem foco, a meditação irradia amor sem foco. Amar a si próprio é meditação, é ser autêntico, aceitar-se com é. Isso é oração, é gratidão. O amor começa com o amor próprio, com a aceitação de si, de tudo e de todos. A aceitação cria o
ambiente onde o amor desabrocha. Também a confiança começa na autoconfiança, que é independência. Quem é independente, aprende, amadurece e se transforma com as mudanças. O amor é o fenômeno mais mutante da vida: é como uma flor que se abre a cada manhã. Só os independentes podem amar e ser amados.
Diante de um problema o que mais importa é saber exatamente qual é problema e não sua solução.

Uma Nova Dimensão de Amor - O amor é mais verdadeiro e autêntico do que nós. Todo caso de amor é um novo nascimento. O ego é como a escuridão, mas quando chega a luz do amor, a escuridão se vai. As escolhas devem ser pelo real, pior e doloroso e não pelo confortável, conveniente e burguês. O amor nos tira do ego, do passado e do padrão e por isso parece confusão. Ficar louco de vez em quando é necessidade básica para permanecer são. Quando a loucura é consciente, pode-se voltar. Todos os místicos são loucos. O amor é alquimia porque primeiro tira o ego e depois dá o centro. Amar é difícil, mas receber amor é quase impossível, porque a transformação é maior e o ego desaparece. É o anseio pelo divino que impede que qualquer relacionamento satisfaça. As pessoas mais criativas são as mais insatisfeitas porque sabem que muito mais é possível e não está acontecendo. Amor 1: é orientado a um objeto. Amor 2: ele transborda, não é orientado por um objeto. É uma amizade que enriquece a alma. Amor 3: sujeito e objeto desaparecem: a pessoa é amor.

17 de junho de 2012

Que delícia!!!


Oração do Perdão

Perdoo, livre e plenamente, a todos aqueles que, em qualquer época, me
prejudicaram e o faço em caráter permanente.E os abençoo sempre que me vem ao pensamento. Ignoro o passado e dedico toda a minha atenção a um futuro glorioso de saúde, harmonia e paz perfeitas. Minha mente está calma e serena e, nessa atmosfera de paz e satisfação que me envolve, sinto-me profundamente fortalecida/o e livre de todo o medo. Sinto, também, agora, o amor e a beleza da Presença Cósmica.Dia após dia, fico mais consciente do Amor Divino e tudo aquilo que é falso se desvanece. Consinto, agora, que o rio cósmico de paz e de poder curador flua através de todo o meu ser. Descanso, enfim, nos braços eternos da paz divina, imutável e cósmica.
Amém!

18 de maio de 2012

Luto: Viver Apesar de Tudo


Luto: Viver Apesar de Tudo

Por Odair José Comin

Viver é também saborear o gosto acre da morte, do luto. Não apenas da morte propriamente dita, mas das mortes transfiguradas nas inúmeras perdas que sofremos durante toda nossa existência. O menino que fui, morreu para o adolescente que chegou, que morreu para o jovem, para o adulto. Enfim, o dia de ontem morreu para o dia de hoje, o segundo anterior morreu para o segundo quem vem. O passado morre para o presente, e se o luto não for elaborado, viveremos eternamente presos ao instante anterior, onde a vida já deixou de existir, já deixou de ser uma companhia. Viver é uma cidade sem muralhas, dizia Epicuro. Nesta cidade, estamos sujeitos a tudo: a dor e o prazer, a vida e a morte.

A vida e a morte, são como dois bailarinos que sincronicamente fazem juntos todos os seus movimentos; passos, gestos e sutilezas. Dançam juntos a mesma música, a mesma coreografia. A vida enquanto presente, leva uma vantagem de milésimos de segundos da morte, enquanto passado. Porém, a linha é tão tênue e sutil, que não percebemos a diferença. Por vezes, esse luto mais cotidiano, ordinário, passa desapercebido, não damos atenção porque aparentemente são segundos banais. Entretanto, quando nos damos conta, estamos com 70, 80 anos de idade e em um leito de morte. Só então é que teremos a sensação de não termos vivido, da vida ter se esvaído como água por nossos dedos. Ficamos tão agarrados ao passado, tentando pegar o abstrato, ver o invisível, que não nos damos conta, de que o presente fluía com todas as suas possibilidades. Mas,  infelizmente “não estávamos lá” para usufruir. Só agora que estamos na eminência da “última morte”, é que percebemos que sem a morte não há vida, e que aceita-la, significa a possibilidade de uma nova vida que se renova a cada instante.

A todo o momento há falta. Essa falta, de qualquer forma pode trazer dor, e quando não aceitamos, pode nos trazer sofrimento. E pelo fato de não ser aceitar, há luto. Com isso, temos a cômica, ou trágica imagem do cachorro correndo atrás do próprio rabo. O real nos nega o objeto de desejo, nós negamos que nosso desejo foi negado pelo real, o que fatalmente resulta em dor. Nos revoltamos contra a vida, e a achamos injusta, sofremos ainda mais.

A impressão é que a realidade é o grande carrasco do desejo. E na verdade o é. Todavia, a realidade também é bondosa como uma mãe que às vezes é dura sim, mas que nos ensina a viver, a amar, a usufruir o que a vida tem a nos oferecer, apesar da morte, apesar da perda. A realidade às vezes concede nossos desejos e se não estes, outros, e com o tempo, aprendemos que também podemos ser felizes com estes “outros”. A felicidade não depende das perdas, mas sim do que conseguimos ganhar, e é isso o que importa.

Nada mais certo e normal que a morte, tudo o que tem um início, fatalmente terá um fim, e todos sabemos disso, porém preferimos nos enganar pensando que tudo é eterno. Meu namoro, meu casamento, meu cachorro, meu emprego, meus pais, meus avós, eu mesmo; todos eternos e perde-los não estava no escript. O trabalho de luto é aprender a dizer sim, tanto para a vida, quanto para a morte; para os ganhos e para as perdas.

Vida Breve

Uma vida não é senão um breve instante na eternidade, independente do quanto dura esse instante, é imprescindível que seja bem vivido, do contrário, a vida será um hiato, um vazio sem sentido. Dentro de cada vida, muitas outras vidas perfilam, vidas que a todo instante deixam de ser, deixam de existir, porque outras estão à espera. E cada finalização dessas breves existências, nos trazem o luto e sua conseqüente e necessária elaboração. Este que nos possibilita o desapego, a libertação de uma das mortes de nossa vida, para que novas possam nascer.

Aquele morreu quando estava para aproveitar a vida, desgostoso por ter sido tão breve e pouco vivida, ouve-se o comentário. Sendo assim, o que se lê é: aquele nunca aproveitou a vida! Sua existência correu rápida e descolada de si mesmo, e dela, não se aproveitou ou pouco se aproveitou. E porque até então não se pôde aproveitar? Por certo temos aqui a ausência do bem viver, portanto a dificuldade em morrer. Dificuldade, porque achamos que a vida não foi suficiente, queríamos mais, pois não nos sentimos preenchidos.

Este morreu feliz, conseguiu realizar seus sonhos. Portanto, este morreu completo, e talvez com uma morte bem aceita. Quando vivemos mal, a morte nos tira a vida, e a perda é vista como um roubo. Quando vivemos bem, a morte é apenas o último estágio da vida, a perda pode até deixar um vazio, mas não a revolta, não o sofrimento sem tréguas. Este por certo, perceberá que a vida continua, mesmo após uma perda ou morte. E na eminência do próprio fim, se liberta por si mesmo da vida que tanto lhe proporcionou, e sendo ele sabedor deste fim, parte tranqüilo e sereno.

“A morte só nos tomará o que quisermos possuir”, dizia Sponville, e Freud complementa: “não sabemos renunciar a nada. Apenas sabemos trocar uma coisa por outra”. E isso, a realidade pode nos dar. Posso amar outros, ser outro, ter outros. Constantemente travamos uma luta entre nossos desejos, amores ou posses, e a realidade – os impedimentos para alcançarmos tudo o que queremos – Muitas vezes, o real é mais forte, e perdemos essa briga.

O luto pode acontecer tanto do que tínhamos e perdemos, como: emprego, empresa, casamento e morte de um ente querido. Quanto do que esperávamos ter, mas que até o momento não conseguimos, como uma promoção, o carro que não conseguiu comprar, uma paixão que nunca foi correspondida ou ganhar o prêmio na loteria. E tão maior for nosso apego ao que temos ou ao que poderíamos ter, tão maior será o sofrimento caso perdemos. Elaborar o luto é se libertar do desejo, quando ele não pode ser realizado. Isso não serve para dizer que não devemos correr atrás de nossos sonhos, ou viver intensamente nossas paixões e que não devemos empreender nosso máximo para conseguir, mas sim, para dizer que a vida continua apesar de não ter conseguido. Acredite, o mundo é generoso.

A dor do luto

O luto como já dito, carrega em si a dor, viver é estar em constante luto e elaboração do mesmo. Essa elaboração é a ponte que nos leva da dor ao prazer. Luto é aprendizagem, é experiência. O luto nos torna humanos, que sabemos, somos mortais. Portanto, a morte é nossa fiel amiga e não podemos fugir dessa fidelidade. Ela pode ser ludibriada, se postergada, atrasada, mas nunca deixará de vir ao nosso encontro, como disse ela é fiel e cumpre o que promete, cedo ou tarde. Ela nunca deixa de estar presente, para nos mostrar como num espelho, nosso corpo a todo tempo desnudado pelo real. O real é a própria morte, são as perdas, os fracassos, as decepções, as frustrações, as amputações do desejo. Entretanto, o real nos pega mesmo a contra gosto, e por vezes nos mostra exatamente o contrário, que tudo tem um fim, que tudo isso não passa de um conto de fadas. O castelo de cartas cai por terra. Dor, sofrimento, luto.

A elaboração do luto é a aceitação da realidade tal como ela é, nua e crua. É aprender a viver com a ausência, com uma perda, buscando algo novo que nos vá preencher. Nunca é claro, o mesmo preenchimento, apenas um novo. O luto é da morte, não da vida. O que morre são partes de nós, o todo continua vivo. Assim como, a cada dia milhares de células morrem em nosso corpo, porém, milhares nascem para manter o todo nas melhores condições possíveis, e pelo maior tempo possível.

Distância próxima

Se a morte, ou a finitude de tudo é o que de mais certo termos, porque não a aceitamos como natural? Será a consciência do eterno? De que somos imortais? De que vivemos como se nunca fossemos morrer? De que a morte só ocorre com o outro? As explicações se multiplicam. De alguma forma fugimos desesperadamente da dor, porém, vez ou outra inevitavelmente caímos em seus braços como presas indefesas. Indefesos porque não somos preparados para as “armadilhas” da vida, para as perdas e mortes. Porque a dor é evitada desde cedo em nossa educação, e vem sendo cada vez mais evitada, pelos pais, pela escola, mídia, ciência, etc.

Quanto mais conhercemos algo, mais teremos controle. Quanto mais nos conhercemos, mais senhores de nós mesmos seremos. Com a dor não é diferente, e na medida em que entramos em contato, conhecemos, com isso, mais facilmente com ela lidaremos. Como ao longo dos tempos vem se criando um distanciamento da dor, da morte, quando acontece nos amedronta, nos machuca a porto de perdermos o sentido da vida, a ponto da morte do outro nos matar.

A elaboração do luto está diretamente ligada à ideologia do ter para ser. Se para ser teremos que ter, quando perdemos, deixamos de ser. Isso nos causa dor, isso nos tira a identidade, nos anula, e o gosto da morte permanece, porque é como se nós mesmos tivéssemos morrido.

Eu só era alguma coisa porque tinha minha mãe, meu marido, meu emprego, meu carro, meu dinheiro. Perdeu-se a identidade, então nos sentimos sozinhos e enfraquecidos para aceitar, mesmo o que já era previsto. Claro poderá ter vindo num momento inesperado. Morreu quando recebeu alta no hospital; morreu jovem, ia para uma festa; me deixou logo agora quando estava tudo bem; agora que eu ia receber uma promoção fui demitida. Tanto a morte quanto às perdas são imprevistas, mas isso também é sabido.

Ouvimos a fala, a vida é breve, posso sair daqui agora e ser atropelado. Amanhã poderei não mais estar aqui. Temos a consciência da brevidade e da incerteza, porém não a vivemos, não a aceitamos enquanto possibilidade real, por isso sofremos, por isso o luto não é elaborado. Somos apenas teóricos da morte, da perda. Na prática, só a vida, só os ganhos, apenas o que permanece é bem aceito. A verdade é que esses modelos extrapolam para os diferentes campos de atuação. Não vivemos o que pensamos ou desejamos, vivemos o que as circunstâncias nos levam a viver e por elas somos comandados, como se as circunstâncias não pudessem ser mudadas.

A vida nos treina para a morte todos os dias, pequenas e grandes perdas, algumas mais fáceis de serem elaboradas, outras mais difíceis. A vida nos dá essas possibilidades, porém nossos modelos de educação e educadores, fazem o possível e o impossível para evitar que entremos em contato. Desta forma, enquanto tivermos alguém para nos proteger viveremos bem, mas talvez fracos. Quando dependermos apenas de nós mesmos, a dor será inevitável e tomará proporções fantasiosas, abrindo feridas que não cicatrizarão tão facilmente, gerando sofrimento. Assim, a morte não trará ensinamentos, e nada será, além do fim. A vida perde o sentido, a vida pára, e o indivíduo vive porque rumina um passado encantado. Um passado onde ela ainda estava “inteira”, aparentemente sem perdas.

A impressão é que a todo o instante as pessoas precisam ser enganadas, e clamam por isso. É preferível que a verdade seja camuflada, esteja envolvida pelo mel da retórica para que assim possa ser digerida com tranqüilidade, caso contrário, a verdade é repelida como a um ladrão insaciável. E a metáfora é propositalmente aqui colocada, porque a impressão é que a verdade pode lhe roubar algo que lhe pertence. Com isso, aprendemos a não falar o que deve ser falado, mas sim, o que o outro quer ouvir. Uma notícia de morte é cercada de inúmeros cuidados e precaução, dependendo do grau de dependência ou da forma que este lida com tais situações. Sim deve se ter cuidados, a questão é que se perde ai uma grande oportunidade de ensinar e aprender, sobre as perdas da vida. Se este não consegue lidar com a morte, como elaborará o luto? Morremos não só pelo fato de nosso coração parar de bater, morremos também por viver como se a morte não fizesse parte da vida, porque paramos no tempo, no tempo em que a perda ainda não havia acontecido.

O vocabulário é vasto, porém as palavras não são suficientes para reparar uma perda, é preciso vive-la. Perante a dor somos iguais. É certo sentir dor, é certo chorar e até mesmo sofrer, assim como também é certo continuar vivendo. Numa relação de amor, a perda sempre causará dor, devemos experimentar essa dor. Sim, ela é minha e agora a conheço e na próxima perda a reconhecerei, e dela me fortalecerei. Uma dor breve, como breve foi a existência do que perdi, como breve é minha vida, que por mais breves que sejam os momentos felizes, que possam ser muitos. Já disse Sêneca, “não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos”. Portanto, aproveitemos o máximo nosso tempo. Será a vida breve, ou nós é que assim a fazemos? Será que a vida nos falta ou a esbanjamos sem critérios? A vida é como um negócio, como um pedaço de terra onde se pode plantar. Alguns, quando estão de posse destes, fazem produzir e colhem muitos frutos, enquanto outros no mesmo lugar, nada produzem além da decepções.

O bem viver nos falta, e por isso nos agarramos desesperadamente em pedaços de vida, como famintos a uma migalha de pão. Ora, quando o que temos são migalhas, e nada além, ah! então precisamos repensar nossa existência, buscando novas fontes, novas possibilidades. O que é pior: morrer ou viver como se estivesse morto? Morrer é natural, viver com ausência de vida, não. Tal pessoa morreu, nada podemos contra a morte, portanto que vivamos a favor da vida.

Gratidão na morte

Diante da morte do outro nos entristecemos, sofremos e choramos, não pelo morto, mas por nós mesmos, pela falta que ele nos fará. Se pensarmos que a morte é o nada, é o vazio absoluto, pelo o que choramos?  Se pensarmos no vazio que a morte trouxe, pelo o que choramos? Para a primeira questão talvez não haja solução, pelo fato de não termos acesso. Para a segunda, a simples aceitação de que um vazio foi deixado, porque o outro ocupava sim um espaço dentro de nós, mas apesar disso, continuamos vivos. E o que nos conforta, é que o outro teve seu instante na eternidade e fez a diferença enquanto existia. Mas que o nosso instante ainda não acabou, e clama por ser bem aproveitado.

É sábio aquele que elicia lembranças felizes do que foi. É sábio e ao mesmo tempo feliz, aquele que agradece o que, ou quem o influenciou para estar onde está. Tudo o que não é, um dia pode ter sido, e por isso, fez parte de nossa vida. Todas as nossas perdas, mortes, fracassos, frustrações e decepções, fazem parte deste hall a ser agradecido.

Tudo é uma questão de escolha: o sofrimento da perda do que um dia foi, o pesar por aquilo que nunca aconteceu, ou, a lembrança feliz do que foi, do amor que por um tempo preencheu de sentido nosso viver. À que se ter gratidão pelo passado. Nem a morte, nem qualquer outra possibilidade que potencialmente pode nos enlutar, é capaz de anular o que já aconteceu, o que vivemos. A gratidão nos faz regozijarmos com doces lembranças, nos liberta do que está por vir e ilumina o que está sendo. Claro está, que não queremos ressuscitar o passado, nem tão pouco anular o sofrimento do luto. A gratidão é o remédio que pode cicatrizar as feridas abertas pela vida, pelas perdas da vida.

A elaboração do luto não é a extinção do sofrimento, nem tão pouco a gratidão se prestaria a isto. “Trata-se de passar da dor atroz da perda, à doçura da lembrança”, dizia Sponville. Ou seja, a própria gratidão, “que bom que você existiu em minha vida”, “que bom eu ter ganhado esse presente”, “que bom eu ter te amado e tu me amado”. Elaborar o luto: aceitar o real e continuar, viver apesar de tudo. Gratidão: lembranças doces, alegrias e amor.

Referências Bibliográficas

FRANKL, V. E. Psicoterapia e sentido da vida. São Paulo, Editora Quadrante, 1989.
SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. São Paulo. Nova Alexandria, 1993.
SPONVILLE, A. C. Bom dia, angústia! São Paulo, Martins Fontes, 1997.
__________, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, São Paulo, Martins Fontes, 2000.

 Artigo publicado na Revista Psicologia Brasil
Nº 15 - Novembro de 2004.

 *Odair José Comin, Psicólogo, Hipnoterapeuta e Escritor 

(OBS: Encontrei esse artigo no perfil da Fátima Corga no Facebook)

17 de maio de 2012

Nove dicas de Saint Germain...

...para saúde, proteção, alegria, rejuvenescimento e imortalidade!

 Um dos grandes ensinamentos de Saint Germain se refere á purificação, proteção e conservação do corpo físico.
Ele nos diz que somos Seres imortais e trouxe muitas dicas, decretos e sugestões para que possamos seguir os Seus passos no caminho da ascensão.
Escolhi compartilhar hoje algumas dicas muito simples e fáceis de usar, porém muito fortes e eficientes.
Foram extraídas do livro: “Regras de Ouro de Saint Germain”, A Ponte Berlim-Brasília.
Nele você encontra as palavras do próprio Saint Germain, as quais eu mantenho neste post tal qual estão no livro, a fim de que a Força de Saint Germain siga até você através desta leitura.
Tania Resende

Nove dicas de Saint Germain: o Fogo Sagrado em seu benefício!

1. Começa o dia com Gratidão, Luz e Proteção
Mesmo que tenhas dormido mal e estejas cansado, sê grato por este novo dia.
Expande-te e dize: “Hoje eu vivo para a alegria!”.
Isto é uma grande disciplina e o êxito aumentará dia a dia.
Então te envolve em um reluzente casulo de Luz.
Este campo de energia pulsante te protegerá durante todo o dia. Ele transpassa cada célula do teu corpo físico e é alimentado pela tua Divina Fonte.
Sente este reluzir e brilhar como agradável calor, como tua Divina Força de vida e te sente abrigado nesta proteção.
Como bênção especial, quero dar-te a poderosa transmutadora força da Chama Violeta.
Vê-te envolvido por ela. Que este invólucro onde todo o negativo se dissolve, te envolva sempre.
Se tiveres dificuldades em teu mundo externo não permitas que se instalem dentro de ti. Se pensares em Saint Germain podes vencer todas as dificuldades.

2. Magnetiza a água: A Água da Vida
De manhã, prepara um copo com água limpa. Ergue o braço esquerdo e coloca a palma da mão virada para cima, e a palma direita sobre o copo, abençoando a água e dize as seguintes palavras:
“Eu Sou a Presença Divina que carrega esta água com a essência divina da vida, que eu bebo agora e que renova os meus corpos com perfeita saúde e eterna juventude.”
Bebe então a água, mantendo a mão esquerda para cima, e passa a mão direita algumas vezes sobre a barriga, partindo do lado esquerdo, subindo até o arco das costelas e então para o lado direito e para baixo até a virilha esquerda.
Este exercício deve ser executado exatamente como foi descrito.
Procura manter na consciência:
“Eu Sou a atividade perfeita de cada órgão e cada célula do meu corpo.”
Dize muitas vezes:
“Eu Sou a perfeita saúde que se manifesta em cada órgão do meu corpo.”

3. Usa a Luz Violeta no banho: A Ducha Violeta
Quando sentires o efervescente jato da ducha de manhã em teu corpo e imaginares os raios d’água transpassados pela Luz Violeta, sentirás como tudo que oprime é levado pelas águas.
Purificadoras e curadoras energias te transpassam e envolvem – entrega-te completamente a este sentimento vibração da alegria aproxima se da vibração do amor!

4. Escolhe o Programa Certo
Nunca mais te ligues a programas de medo, de dúvida, de raiva!
Através do medo te tornas exposto a agressões e manipulações em todas as esferas da tua vida!
Abre-te aos caudais de Luz da tua Divina Fonte coloca a torrente de Luz contra o medo, a doença e todas as imperfeições deste mundo.
Tu és um filho da Luz e estás abrigado na divina corrente da misericórdia.
Preenche tua casa, tua família e tudo ao teu redor com esta divina perfeição – não permitas mais outros pensamentos.
Tu és um ser de Luz – inatingível pela escuridão e inferioridade.
Tua vestimenta protetora de Luz com a luminosa aura violeta te envolve e tu sabes: afasta todas as causas que destroem o desempenho correto e harmonioso do teu corpo!

5. O perdão como uma força de cura
Um ponto importante é o perdão – deixa de lado todos os pensamentos e sentimentos negativos, do contrário teu corpo físico não poderá usufruir saúde.
Então trabalha com as Forças das Chamas e não desanimes se as doenças ainda continuarem a existir.
Teu corpo precisa ser purificado preparado para a Nova Era.
Não existe melhor remédio do que as Forças do Fogo Sagrado em todas as suas formas: a purificadora e transmutadora Luz Violeta, a curadora Chama Verde e a calmante Luz Crística.

6. Respira Corretamente: usa o invólucro violeta
Respirar é viver – é espírito – é alimento, e a respiração profunda e rítmica é uma boa base para a saúde. Porém o elemento ar tem dificuldade de se manter sempre purificado para os filhos da Terra – assim fala a Mestra Áries.
Muita imperfeição impregna o elemento Ar, e ar puro tornou-se uma raridade para o homem.
Mas aos amados alunos da Luz, que trabalham pela purificação da Terra, queremos apresentar um serviço extra:
Nós agora criamos um delicado e fino invólucro para ti, que te protegerá de todas as imperfeições do ar, dando-te a possibilidade de absorver, por assim dizer, sempre ar puro e filtrado.
Imagina este véu, esta proteção como irradiante e cintilante substância que tem um leve vislumbre violeta. Esta delicada e irradiante substância de Luz purifica a atmosfera em volta de ti.
Apela a mim e aos amados ajudantes do ar, para te dar este envoltório e construí-lo sempre, para que esteja constantemente a tua disposição.
Este delicado invólucro de substância violeta te protege contra cheiros desagradáveis de toda espécie e também contra diversas irradiações nocivas.
Pratica agora! Trabalha diariamente com esta proteção! Pede aos Amigos Anjos ajuda, este invólucro te protegerá também em tempos de crise, quando energias destrutivas estiverem em tua volta.

7. Alivia as dores com a Luz Violeta
Quando tiveres dores – ergue o braço esquerdo com a mão espalmada para cima.
Visualiza a Chama Violeta penetrando e percorrendo este braço até o coração e daí passando pelo direito e coloca o polegar direito e o dedo indicador juntos no local onde tiveres dor, pensa ou fala baixinho, porém com determinação:
“Eu Sou a Poderosa e Transmutadora Chama Violeta!”
Dize-o inúmeras vezes e sentirás o Fogo.
Tuas mãos tornar-se-ão quentes, minha corrente as transpassará – a purificadora Luz Violeta!
Em seguida, repete o mesmo exercício de modo inverso (erguendo a mão direita) e dize baixinho, com determinação:
“Eu Sou a Divina e Curadora Luz Crística!”
Esta Luz Crística é uma poderosa Força! Senti-la-ás flamejando através dos teus dedos.
Não duvides nem um momento!
Porém, primeiro transmutar, depois curar!

8. Cura Para os Amigos
Se quiseres curar uma pessoa, apela por sua Presença Eu Sou para dosar a irradiação corretamente.
Dize as palavras:
“Poderoso Eu Sou na corrente de vida de (Nome): deixai fluir vossa Energia Eletrônica através de cada célula do seu corpo e sentimento para que tudo se transforme em Perfeição instantaneamente.”
Se colocares estas energias curadoras em movimento, visualiza-te em teu invólucro protetor de Luz, levanta tua mão esquerda aberta, sente o afluir das Energias Divinas e deixa-as passar pelo teu coração preenche-as com a Chama do Amor – e envia esta irradiação com a mão direita – e vê a corrente de vida inundada por esta Luz Violeta.
A pessoa beneficiada pode estar perto de ti ou mesmo distante.
Na esfera espiritual não existem distâncias.
A Chama Violeta foi dada aos homens desta época para neutralizar o mal. É a grande possibilidade de dissolver o acumulado carma negativo dos homens e libertar o mundo dos poderes da treva.

9. Leva Luz ao Mundo
Leva a Chama Violeta contigo, ancorando-a nos lugares onde andas e te encontras! Visualiza como teu corpo está preenchido pela Chama Violeta. E como em toda parte ela se fixa sobre o solo, lançando raízes para dentro da Terra.
Queres fazer isto para mim? Lembra-te: podes fazê-lo!
De outra forma eu não pediria.
Mãos à obra, com alegria.
Sabe que estou contigo para dar-te toda a ajuda possível.
Anda, então, envolvido no teu irradiante traje de Luz para levá-lo à escuridão, preenchendo-a com Raios do Amor, e ancora a Força da Paz onde ainda houver discórdia.

Amigos do Meu Coração:
Eu Vos Amo!
Saint Germain
http://animamundhy.com.br/

9 de maio de 2012

Lição de Sabedoria

.
Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los.

Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!.

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente.

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.!!!

(Autor desconhecido)

7 de maio de 2012

Você é Proativo ou Reativo? Confira...

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PROATIVOS OU REATIVOS
Pessoas reativas são aquelas que pensam e atuam dentro de padrões de causa e efeito.
Pessoas proativas influenciam o meio, garantem harmonia, direcionam boas energias, iluminam tudo e a todos a seu redor. Nunca se sentem vítimas das circunstâncias. Escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa que atenda a muitos
Quando um Proativo comete um erro, diz: “Enganei-me“, e aprende a lição.
Quando um Reativo comete um erro, diz: “A culpa não foi minha“, e responsabiliza terceiros.
Um Proativo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
Um Reativo sente-se vítima perante uma adversidade.
Um Proativo sabe que o resultado das coisas depende de si.
Um Reativo acha-se perseguido pelo azar.
Um Proativo trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio.
Um Reativo está sempre "muito ocupado" e não tem tempo
sequer para os seus.
Um Proativo enfrenta os desafios um a um.
Um Reativo contorna os desafios e nem se atreve a enfrentá-los.
Um Proativo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
Um Reativo faz promessas e quando falha só se sabe justificar.
Um Proativo diz: "Sou bom, mas vou ser melhor ainda".
Um Reativo diz: "Não sou tão mau assim; há
muitos piores que eu".
Um Proativo ouve , compreende e responde.
Um Reativo não espera que chegue a sua vez de falar.
Um Proativo respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.
Um Reativo resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos seus defeitos.
Um Proativo sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.
Um Reativo não se compromete nunca e diz sempre:
“Faço o meu trabalho e é quanto basta”.
Um Proativo diz: “Deve haver uma melhor formade o fazer. . .”
Um Reativo diz: “Sempre fizemos assim.Não há outra maneira.”
Um Proativo é PARTE DA SOLUÇÃO.
Um Reativo é PARTE DO PROBLEMA.
Um Proativo consegue "ver a parede na sua totalidade".
Um Reativo fixa-se "no azulejo que lhe cabe colocar".
Um Proativo passa esta mensagem aos amigos...
Um Reativo a LÊ e a DESTRÓI…
Acredita que esse texto foi enviado apenas para ele!

(Desconheço autoria)

6 de maio de 2012

Deppak Chopra diz:


Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!
Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles.
Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.

Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição.
Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.

A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.

O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: "Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos."

Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem
Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje!

Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você!


(Deppak Chopra)





OBS: Extraído do perfil Metafísica Brasil no Facebook.

5 de maio de 2012

Relacionamentos


(Neale Donald Walsch, livro "Conversando com Deus")

Se ambos concordarem em um nível consciente de que o propósito do relacionamento é criar uma oportunidade, não uma obrigação - uma oportunidade de crescimento; de expressão plena de suas personalidades; de realizar todo o potencial de suas vidas; de deixar de lado todos os pensamentos falsos, ou todas as idéias pequenas, que já tiveram sobre si mesmos e de reconciliação definitiva com Deus através da comunhão de suas almas... se fizerem este voto em vez dos votos que têm feito até agora, o relacionamento começará muito bem, com o pé direito. E é um ótimo começo. Ainda assim não é garantia de sucesso. Se você deseja garantias na vida, então não deseja a vida. Deseja repetir um roteiro que já foi escrito. Por natureza, a vida não pode ter garantias, porque isso iria contra todo seu objetivo
– Está certo. Eu entendi. Então agora o meu relacionamento está nesse 'ótimo começo'. Como faço para mantê-lo assim?
– Saiba e compreenda que haverá desafios e momentos difíceis. Não tente evitá-los. Aceite-os com gratidão. Considere-os grandes dádivas de Deus; oportunidades gloriosas de realizar o seu propósito no relacionamento - e na vida. Nessas ocasiões, tente não ver a sua parceira como o inimigo ou oponente. De fato, tente não ver ninguém - ou nada - como o inimigo ou até mesmo o problema. Aperfeiçoe a técnica de ver todos os problemas como oportunidades de Ser, e decidir, Quem Realmente É!